Você entra no veículo, liga o motor e aperta o botão A/C. Poucos segundos depois, começa a sentir uma mudança na temperatura do ar que sai pelos difusores.
Parece simples.
Mas enquanto você espera a cabine ficar confortável, diversos componentes estão trabalhando praticamente ao mesmo tempo.
O simples ato de apertar um botão inicia um processo envolvendo pressão, circulação de fluido refrigerante, troca de calor, ventilação e controles elétricos ou eletrônicos.
Segundo 0: você aperta o botão A/C
Ao solicitar o funcionamento do ar-condicionado, o sistema recebe o comando para iniciar a climatização.
A maneira como isso acontece varia conforme o projeto do veículo. Sistemas modernos podem utilizar módulos eletrônicos e sensores para determinar quando e como diferentes componentes serão acionados.
Os primeiros segundos: entra em cena o compressor
O compressor exerce papel fundamental no circuito.
Ele participa da circulação do fluido refrigerante e das alterações de pressão necessárias para que o ciclo de refrigeração aconteça.
É justamente por isso que problemas relacionados ao compressor podem afetar significativamente o funcionamento do ar-condicionado.
O calor precisa sair de algum lugar
Enquanto você espera receber ar mais frio dentro do carro, o sistema precisa transferir calor.
O condensador participa dessa etapa e normalmente está localizado na região frontal do veículo, onde consegue realizar troca térmica com o ambiente externo.
A ventilação nessa região também possui papel importante.
Enquanto isso, dentro do painel…
Escondido atrás do painel está outro componente fundamental: o evaporador.
O ar movimentado pelo sistema de ventilação passa pela região do evaporador e sofre alteração de temperatura antes de seguir pelos dutos e chegar aos difusores.
É nessa etapa que o motorista começa efetivamente a perceber o resultado do processo.
E a água que aparece embaixo do carro?
Durante o funcionamento, também pode ocorrer condensação de umidade na região do evaporador.
Essa água precisa ser conduzida para fora do veículo por meio de um dreno.
Por isso, encontrar água limpa pingando sob o veículo após utilizar o ar-condicionado pode ser consequência normal do processo de condensação.
Por que alguns carros começam a gelar mais rapidamente?
Não existe um tempo universal que determine em quantos segundos todo veículo precisa atingir determinada temperatura.
Projeto do sistema, temperatura inicial da cabine, condições externas, tamanho interno, características dos componentes e estado de conservação influenciam o resultado.
Quando os primeiros 60 segundos começam a revelar um problema?
O motorista que conhece o comportamento habitual do próprio veículo geralmente percebe quando alguma coisa muda.
Se anteriormente o sistema começava a apresentar boa refrigeração rapidamente e passou a demorar muito mais, essa alteração merece atenção.
O mesmo vale para ruídos diferentes, interrupções de funcionamento ou temperatura instável.
Existe muita tecnologia escondida atrás de um único botão
O botão A/C é simples para quem utiliza o carro, mas o sistema que existe por trás dele é resultado da atuação conjunta de diversos componentes.
Por isso, quando existe uma falha, encontrar sua origem exige mais do que verificar se “está saindo ar frio”.
MoriAR em Londrina
A MoriAR trabalha com ar-condicionado automotivo em Londrina e avaliação de sistemas de climatização veicular.
Se você percebeu alguma mudança no funcionamento do ar-condicionado do seu carro, identificar corretamente a causa permite determinar o procedimento adequado para o sistema.
Perguntas frequentes
O que acontece quando aperto o botão A/C?
O veículo solicita o funcionamento do sistema de climatização, envolvendo compressor e outros componentes responsáveis pelo ciclo de refrigeração e controle da cabine.
Quanto tempo o ar-condicionado deve demorar para gelar?
Não existe um único tempo aplicável a todos os veículos. Condições ambientais, projeto e estado do sistema influenciam o desempenho.
É normal sair água debaixo do carro usando o ar-condicionado?
Água proveniente da condensação do sistema pode ser eliminada pelo dreno durante o funcionamento normal.


